quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Deny & Dino

Nome completo:
Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Lafayette & os Tremendões

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Nome artístico:
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Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Os Vips

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Nome artístico:
Codinome:
Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Trio Esperança

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Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Golden Boys

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Data de nascimento:
Local:
Gênero: Jovem Guarda

Nota: Aguardem postagem completa.

Renato & Seus Blue Caps





Nome da banda: Renato & Seus Blue Caps
Ano de formação: Final dos anos 1950
Local: Rio de Janeiro/RJ
Integrantes (originais): Renato Barros (voz); Erasmo Carlos , substituto de Edson Barros (voz); Carlinhos, guitarra; Tony e mais tarde Gelson (bateria); Paulo César Barros (baixo) e Cid (saxofone)
Integrantes (atuais): (carece fonte)
Gênero: Jovem Guarda

Renato & Seus Blue Caps: O Show Continua

Há mais de quatro décadas fazendo sucesso, o grupo mantém um público numeroso e apaixonado que acompanha sua carreira nos mínimos detalhes. Renato Barros, o líder da banda, conversou com Matéria-Prima, numa entrevista exclusiva, onde fala do trabalho, do sucesso, dos bastidores e da vida pessoal.


Mais de 40 anos ininterruptos de carreira, por isso mesmo, incluído no Guines Book como o mais antigo grupo de rock em atividade do planeta; muitos discos gravados – entre LPs, 78 RPMs, compactos e participações em coletâneas; um público incondicionalmente fiel, que passa de gerações a geração, como herança imaterial; e um sem número de história para contar. Dessa forma, pode-se resumir a carreira de uma trupe que marcou e vem marcando, decididamente, o universo musical brasileiro: Renato e Seus Blue Caps.

Os discos continuam sendo relançados em CD’s, os convites para apresentação ao vivo são freqüentes na agenda e as platéias, a cada ano, ganham a ruidosa participação de faixas etárias que não testemunharam o apogeu da banda, mas seguem, de perto, a confortável estabilidade de sua marca. “Acredito que esse retorno, essa fidelidade do público não seja á toa: tem a ver com a seriedade, a honestidade e o respeito que sempre mantivéramos em relação ao nosso trabalho. Torço para que os jovens sempre melhorem seu gosto musical, porque, infelizmente, o que temos visto por ai, em boa parte do cenário musical, é um atentado ao bom gosto”, afirma Renato Barros.

Tudo começou quando, no final dos anos 50, os irmãos Renato, Edson e Paulo Cersa Barros, jovens cariocas do bairro de Piedade, resolveram tocar e cantar, influenciados pelo o rock’n´ roll de Elvis, Little Richards e Bill Halley, fazendo mímicas de gravações que eram sucesso, com performances muito comuns, á época. Adotaram a bizarra alcunha de Bacaninhas do Rock da Piedade e, assim, fizeram a primeira e desastrosa incursão pelo o rádio, apresentando-se num consumo de “conjuntos”, no programa Hoje é dia de Rock da Piedade, realizado pelo o rádio Mayrink Veiga e apresentado pelo radialista Jair de Taumaturgo, de onde saíram sob estrepitosas vaias. “Foi tão ruim que eu jamais esperava que algum dia pudesse dar certo”, conta Renato, bem-humorado.

Mas quem falou em desistir? Jamais! Refeito do fracasso momentâneo, os garotos da Piedade resolvem aperfeiçoar a técnica, passando horas trancados, exercitando as mãos nos respectivos instrumentos. Paulo Cezar, por exemplo, que tocava piano com dois dedos, descobriu que seu forte era mesmo o contrabaixo e nunca mais largou.

Aos irmãos Barros, juntaram-se, então, os amigos Euclides, Gelson e o saxofonista Roberto Simonal (irmão de Wilson Simonal). Jair Taumaturgo, possivelmente, antevendo que o potencial dos rapazes os levaria para bem mais longe, sugere o novo nome, Renato & Seus Blue Caps, Inspirado no grupo americano Gene Vicent And Hit Blue Caps. Sucederam-se as muitas aparições em programas de rádio e TV, a exemplo do antológico Os Brotos Comandam, da TV Rio, apresentado por Carlos Imperial e do Domingueira do Rock, apresentado por Jair de Taumaturgo.

Os anos 60 foram tempos de muito boas colheitas, na carreira do grupo. O retorno ao programa de rádio de Taumaturgo, como que para apagara as péssimas lembranças de estréia, em 1959, aconteceu em grande estilo: interpretando Be-bop-a-lula, de Gene Vicent, mas com o arranjos dos Everly Brothers para duas vozes – coisa inédita no Brasil, nesse gênero – a banda conquistou o primeiro lugar da semana e, em seguida, o prêmio de melhor do mês. A recompensa, por tal façanha, foi uma participação no programa do Chacrinha, na extinta TV Tupi. Era apenas o começo de uma trajetória ascendente, na cena nacional da música.

Teve início uma série de registros fonográfico, com a gravação do primeiro disco 78 rotação, pelo selo Ciclone, em que acompanha o grupo vocal Os Adolescentes. Aliás acompanhar outros artistas tornara-se uma constante na atuação dessa trupe, incluindo,
nesse elenco, nomes do quilate de Roberto Carlos e Tom Billy, com quem gravou, no ano seguinte, pelo mesmo selo.

Uma nova aparição no Programa do Chacrinha lhe rendeu a contratação pela gravadora Copacabana, onde lançou dois 78 rotação e dois LPs. De outro lado, o primeiro trabalho com Roberto Carlos, na gravação de Splish Splash e Parei na Contra-mão, estourou, garantindo os primeiros laços com a CBS e, posteriormente a contratação do grupo e o lançamento de um compacto duplo e de mais um LP. “Durante as gravações de Viva a Juventude, fiz, despretensiosamente, a versão em português para a música Ishould have known better, dos Beatles, que recebeu o nome de Menina Linda”, conta Renato.

Mal sabia ele que a ocasião se tornaria o maior sucesso do grupo, ao longo de quatro décadas de trabalho. “Quando a apresentamos no programa de Carlos Imperial, a repercussão foi tão boa que acabou incluída no LP que entrou em todas as paradas de sucesso do País”, celebra o músico.

Outro encontro entre Renato & Seus Blue Caps e Roberto Carlos aconteceu mais tarde, com a gravação do LP campeão de vendas, Roberto Carlos em Ritmo de Aventura.

Foram registradas diversas alterações na composição da banda que já começava a se destacar pelo o repertório que incluía muitas versões dos Beatles e de outros artistas internacionais, além de composições próprias, interpretadas de forma peculiar. Uma dessas mudanças mostra Erasmo Carlos substituindo Edson Barros que deixara o Renato e Seus Blue Caps para fazer carreira solo, com Ed Wilson. Em outro momento, podem-se constatar os vocais de Ivanilton, mais tarde conhecido Michael Sullivan. A grande onda era, então, a Disco Music, o ritmo das discotecas que influenciou fortemente a produção grupo no LP anual de 1979.

O troca-troca de nomes, no entanto, não causo danos à carreira dessa trupi que, passo a passo, de festa em festa, baile em baile, em excursões nacionais e internacionais, foi dizendo a que veio. A aparição no programa Jovem Guarda, da Rocord, foi decisiva para que conquistasse, definitivamente, o merecido espaço no cenário da chamada “música jovem”. Nesse curso, em 1966, o grupo atinge o auge da popularidade, com o lançamento do LP Um Embalo com Renato & Seus Blue Caps, seu maior sucesso de público e vendas.

Outra ocasião na qual o sucesso falou em bom tom foi quando o grupo, interpretando uma versão da bela Mr. Tambourine Man – um clássico dos anos 60, de Bob Dylan -, Protagonizou um videoclipe, exibido no Fantástico, da TV Globo.

Em 1982, após 28 anos na mesma gravadora, a banda se transfere para a RCA lançando um compacto simples e em seguida o LP Pra Sempre. Depois disso, um hiato de quatro anos, sem gravar. O retorno já aconteceu sob os auspícios de outro selo, a Continemtal, com o bem sucedido LP Baton Vermelho que trouxe o grupo de volta á mídia e aos palcos. A participação da coletânea 30 anos da Jovem Guarda, produzida por Márcio Antonucci, em 1995, marcou no regresso do Renato e Seus Blue Caps ao universo fonográfico. No final de 2001, mais uma novidade: o esperado disco Ao Vivo é lançado pela Warner, com mais cinco faixas inéditas.

2005, 40 anos da Jovem Guarda. Data digna de todas as celebrações possíveis, afinal o movimento, independente de sues fãs e críticos, influenciou praticamente todas as gerações subseqüentes, tornando-se um capítulo fundamental na história da música brasileira. Renato e Seus Blue Caps, cuja trajetória antecede a Jovem Guarda, sem dúvida, escreveu muitas e muitas páginas desse capítulo.

Na programação dessa festa, o lançamento da caixa Renato e Seus Blue Caps, com 15 álbuns originais, mais um CD bônus com algumas raridades. O grupo participou, também, de diversos eventos comemorativos, a exemplo do projeto realizado pelo SESC que congregou vários expoentes da Jovem Guarda, nos espetáculos apresentados em diferentes unidades, culminado com a gravação de um CD/DV.

Outro projeto, realizado nessa mesma intenção, promoveu a gravação de um CD/DVD com a participação de integrantes das três mais representativas bandas de rock dos anos 60 e 70 – Renato e Seus Blue Caps, Os Incríveis e The Fevers – além de representantes de uma nova geração de roqueiros, Resultado dessa soma? The Originals – uma espécie de colcha de retalhos das memórias do rock no Brasil, nessa duas décadas!

A iniciativa animou fãs de todas as idades que lotaram diferentes espaços culturais para assistir á performance de seus ídolos, junto, no mesmo palco, na mesma embalagem, digamos assim. Para Renato Barros, no entanto, apesar de a idéia ser interessante, causou confusão na cabeça de muita gente: “começaram a achar, por ai, que o Renato e Seus Blue Caps tinha acabado. Não gostei”, diz ele com ar severo.

Mas, entre acertos e equívocos, estão todos – Renato, Cid, Darcy, Amadeu e Gelsinho, atuais integrantes do grupo – muito bem, obrigada. Entre uma reflexão e outra, a vida segue cheia de planos: “fazer um DVD mostrando o trabalho do grupo” , diz o líder da banda.

Num ping-pong curto e grosso, Renato revela um pouco das dores e delícias de estar sempre na berlinda, sob os holofotes, há mais de quatro décadas. Alguma saudade?. “Uma bem grande, do Hoje é dia rock. Apesar das vaias, foi ali que tudo começou “. Ídolos? “Gosto dos Beatles, mas não são meus preferidos. Minha paixão mesmo é Little Richards, Elvis Presley, Billie Holliday... e por ai vai”. Gratidão? “Aos jovens, que representam a renovação do público, pelo aplauso que a gente nem pede, é espontâneo “. Sucesso? “ Eu nem esperava, sabe? Devemos tudo ás pessoas que nos acompanham, que sempre estiveram presentes”. Arrependimentos? “Faria umas coisas, sim, outras, não. Por exemplo: fiquei mais de 20 anos como produtor e a banda caminhado quase sozinha. Apesar de ter dado certo, poderia ser melhor. Ás vezes penso que as coisas tomaram um rumo que não deveria ter tomado”.

E a prosa segue pelos os cantos da vida pessoal, detalhe importante para qualquer fã que se preze: Futebol? Ah, Flamengo... Fã de carterinha, de ir ao Maracanã e tudo” Amor? Viúvo desde 2006, Renato confessa que o casamento foi bom de 1972 a 1986. Depois disso? “Deixei pra lá...”, Um silêncio enorme. Mas volta a sorrir quando fala dos dois filhos e das duas netas, uma das quais “promete seguir a carreira do avó”. Hum.. isso tem cheiro de futuro. Show must go on!


[ Fonte: Revista Matéria-Prima, s/d ]


Renato Barros

Oi meu nome é Renato e fiz parte do grupo que foi formado no final dos anos 1950 pelos irmãos junto com os meus irmãos Edson e Paulo César, éramos jovens moradores do bairro da Piedade, no Rio de Janeiro, com o nome Bacaninhas do Rock da Piedade. O primeiro nome foi censurado e o radialista Jair de Taumaturgo sugeriu o nome definitivo, inspirado no conjunto norte-americano Gene Vincent And His Blue Caps. Tocamos no rádio e em programas de televisão, como Os Brotos Comandam, da TV Rio, apresentado por Carlos Imperial.

Gravamos o primeiro compacto em 1962 e nos notabilizamos principalmente pelas versões que faziamos de músicas de língua inglesa (a maioria era britânica), como "Menina Linda", versão de "I Should Have Known Better", "Até o Fim", versão de You Won't See Me" (ambas de Lennon / McCartney) e "Escândalo", versão de "Shame And Scandal In The Family" (Donaldson/ Brown). Já em 1963 o meu irmão Edson saiu do grupo e iniciou carreira solo com o nome de Ed Wilson. Ele foi substituído por Eramo Carlos, que teve uma participação breve no grupo. Nos tornamos um sucesso que apresentado no programa Joven Guarda, em shows, festas e bailes.

Em 1966 aparecemos em dois filmes: "Na onda do Iê-Iê-Iê" e "Rio, Verão e Amor".

Renato teve composições gravadas por outros artistas, como Roberto Carlos e Leno & Lilian. O grupo era formado por Renato Barros, voz; Erasmo Carlos , substituto de Edson Barros, voz; Carlinhos, guitarra; Tony e mais tarde Gelson, bateria; Paulo César Barros, baixo; e Cid, saxofone.

[ Fonte: cultura9m1.blogspot.com ]



[ Editado por Pedro Jorge, em 12/09/2011 ]



Os Incríveis



Nome da banda: Os Incríveis
Ano de formação: 1962
Local: São Paulo/SP
Integrantes (originais):
Integrantes (atuais):
Gêneros: Twist, Jovem Guarda e Samba-Rock.


OS INCRÍVEIS

Os Incríveis foi uma banda brasileira de Rock e Pop dos anos 1960 e 70. Formada em São Paulo por Domingos Orlando, a banda era composta por Waldemar Mozema, o "Risonho" (guitarra); Antônio Rosas Seixas, "Manito" (teclados, vocal e sax); Luiz Franco Thomaz, "Netinho" (bateria); Demerval Teixeira Rodrigues, "Neno" (baixo), substituído em 1965 por Lívio Benvenuti Júnior; "Nenê" e Domingos Orlando, "Mingo" (voz e guitarra).

Inicialmente, a banda chamava-se The Clevers e, em seus shows, tocava, principalmente, o twist - estilo musical em moda no início da década de 1960. O sucesso veio durante o período do Jovem Guarda, com a mudança de nome e canções populares como "Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones; O Milionário e Eu Te Amo, Meu Brasil".

Ao longo dos anos 1970, ex-integrantes dos Incríveis formariam outras importantes bandas do Rock brasileiro como Casa das Máquinas e O Som Nosso de Cada Dia.

[ Fonte: www.parana-online.com.br ]




HOMENAGEM / Os Incríveis

Entrevista Record Homenageia Os incríveis ( 09/09/2011 )

A famosa banda dos anos 1960  e 70 completa 50 anos. Inicialmente, a banda chamava-se The Clevers . O sucesso veio durante o período do Jovem Guarda, com a mudança de nome e canções populares como "Era um Garoto Que Como Eu  Amava os Beatles e os Rolling Stones".

[ Fonte: noticias.r7.com ]


Os Incríveis

Formação original:
Domingos Orlando, o Mingo - 1/1/1943 - São Paulo, SP): Voz e guitarra
Waldemar Mozema, o Risonho - 11/8/1943 - São Paulo, SP): guitarra
Antônio Rosas Sanches, o Manito - 3/4/1944): teclados e saxofone
Luiz Franco Thomaz, o Netinho - 5/4/1947): bateria e
Demerval Teixeira Rodrigues, o Neno - 15/6/1942 - São Paulo, SP): baixo.

O grupo de Rock brasileiro Os Incríveis surgiu em 1963 por ideia do guitarrista Mingo, que saíra do conjunto The Jet Blacks e sugeriu a Antônio Aguilar a formação de um novo conjunto, que foi registrado com o nome de The Clevers. No mesmo ano, foram apresentados pelo cantor Francisco Petrônio a Diego Mamuleira, o famoso cantor e compositor sertanejo Palmeira, diretor da Continental, que os contratou. No mesmo ano, apresentaram-se no programa Antônio Aguilar e gravaram o primeiro disco, interpretando “Afrika” e “El Relicário”. O sucesso do compacto levou a Continental a lançar o LP “Encontro com The Clevers”.

No mesmo ano receberam da Revista do Rádio o troféu “Favoritos da Nova Geração” como o melhor conjunto do ano. Apresentaram-se também no programa “Encontro com a Juventude”, na Tv Excelsior de São Paulo/SP. Em 1964 lançaram o LP “Os Incríveis The Clevers”, pela Continental, que tornou-se um dos mais vendidos do ano. Em julho do mesmo ano embarcaram para a Itália, a fim de acompanhar a cantora Rita Pavone em excursão pela Europa. Em seguida gravaram “Datemi um Martello”, que já havia sido sucesso na voz da cantora italiana, que ficara noiva de Netinho, o baterista do grupo. No mesmo período adotam o novo nome de Os Incríveis e fizeram excursão à Argentina.

Em 1965, apresentaram-se no Uruguai, ao lado do cantor americano Neil Sedaka. No mesmo ano participaram na TV Record, em São Paulo/SP, da estreia do programa “Jovem Guarda” e também lançaram o LP “Os Incríveis”, que trazia a primeira versão da música “O Milionário”, grande sucesso instrumental do grupo.

[ Fonte: www.vitroladasaudade.com.br ]






TRIBUTO / Manito

O blog Jovem Guarda e os ex -  integrantes da banda Os Incríveis prestam um tributo a Manito, um dos melhores músicos de todos os tempos.

Morre, aos 68 anos, o Músico Manito ( 9 de setembro de 2011 )

Morreu hoje, aos 68 anos, o músico Antônio Rosas Seixas, o Manito, que foi saxofonista da banda "Os Incríveis" e que participou também da fundação do grupo de música instrumental "Saxomania" junto com o músico João Cuca. Manito sempre foi lembrado por solos inesquecíveis durante o Jovem Guarda, época em que "Os Incríveis" se firmaram como uma das mais importantes bandas do País. Inspiraram e ainda inspiram muitos jovens com a sua música.

Manito tratava desde 2006 de um câncer na laringe, o que o afastou dos shows com o "Saxomania" devido ao duro tratamento de quimioterapia.

"O tumor voltou em 2010", explicou hoje Lucinha, companheira há 13 anos do músico, que morreu em casa nesta tarde. "Em maio, ele foi operado. Mas ele já tinha feito radioterapia e a pele estava afetada, com dificuldade para cicatrizar, e ele tinha problemas hepáticos. Vivemos com empenho para ele se recuperar, tivemos momentos animadores. No fundo, eu sei que foi uma grande libertação. Ele sempre foi um grande guerreiro. Isso foi uma libertação e está sendo recebido com muita alegria. Já está dando o tom. Com certeza, está em uma luz muito aconchegante e recebendo os últimos momentos das pessoas que o quiseram muito bem." Ele deixa cinco filhos. Três do primeiro casamento, dois do segundo.

"Ele se libertou da matéria, que já estava muito sofrida. E foi apresentar seu show em outras esferas. Deixou muitas coisas boas, engrandeceu a música e trouxe um modo novo de tocar sax, inspirou muita gente. É uma pessoa sempre grandiosa, de muita ética, honestidade. Passou muita alegria para as pessoas. Morreu aos 68 anos, 64 anos de música. Começou a tocar aos 4 anos e, aos 5, já ajudava com as despesas de casa", lembrou Lucinha, muito emocionada.

Comentário:
"Tio você fará muita falta, você se foi mas tenho certeza de que foi para um lugar muito melhor junto com meu pai. Tenho uma lembrança muito linda de quando iamos para a casa da minha vó, e voce tocava sax e eu cantava a música Oceano do Djavan... muitas saudades... te amo onde quer que esteje! Boa Viagem!"
Bia

[ Fonte: www.dgabc.com.br ]


Música perde saxofonista / Morre saxofonista Manito ( 10/09/2011 )
Agência BOM DIA ( 10/09/2011 )

Morreu na noite desta sexta-feira, em São Paulo, o saxofonista e tecladista Antônio Rosas Seixas, o Manito, aos 68 anos. Ele tinha câncer.

Manito ficou conhecido por integrar a formação original da banda de jovem guarda  “Os Incríveis” por uma década e mantinha relação muito próxima com Bauru, onde morou por quatro anos na década de 80 e fez inúmeras apresentações no Templo Bar.

No ano passado, Manito tocou com o grupo Ultraje a Rigor na Virada Cultural de Bauru, no parque Vitória Régia. Nascido na Espanha, Manito deixa cinco filhos. O enterro deverá ocorrer na Capital.

[ Fonte: www.redebomdia.com.br ]


Corpo de Manito, do Grupo Os Incríveis, é Enterrado Hoje
( 10 de setembro de 2011 )

O corpo do músico Antônio Rosas Seixas, o Manito, será enterrado na tarde deste sábado no Cemitério Horto Florestal, na zona norte de São Paulo, às 14 horas. Manito, que foi saxofonista da banda "Os Incríveis" e participou também da fundação do grupo de música instrumental "Saxomania", morreu nesta sexta-feira em casa, na capital paulista. O velório está sendo realizado no Cemitério do Araçá, na zona oeste da cidade.

Manito sempre foi lembrado por solos inesquecíveis durante o Jovem Guarda, época em que "Os Incríveis" se firmaram como uma das mais importantes bandas do País. Inspiraram e ainda inspiram muitos jovens com a sua música. Manito tratava desde 2006 de um câncer na laringe, o que o afastou dos shows com o "Saxomania" devido ao duro tratamento de quimioterapia.

Lívio Benvenuti Júnior, o Nenê, contrabaixista da banda "Os Incríveis", lamentou a morte do amigo. "Ele foi para o outro lado porque estava sofrendo muito. Eu acompanhei toda a trajetória, foi muito difícil para ele. Graças a Deus, ele se foi. É muito chato isso, um grande amigo, perdi um grande cara, é muito difícil. Mas venho chorando faz tempo de vê-lo definhando. Mas, graças a Deus, ele vai lá para cima", disse o músico.

Comentário:
"Manito, grande ser amigo, grande alma, de coração puro. Lamento profrundamente sua perda, mas por outro lado, fugindo de nosso egoísmo como humanos que somos, aliviada pelo descanso por tanto sofrimento. Sempre estará guardado em meu coração. Sua sensibilidade musical sempre o será lembrado por ser especial. SAUDADES."
Maria Célia Gomes Dias

[ Fonte: www.dgabc.com.br ]




O INCRÍVEL MANITO: TRIBUTO A UM GRANDE ROQUEIRO BRASILEIRO
( 7 de julho de 2010 )

Em comemoração ao mês do rock, em julho, a Biblioteca Cassiano Ricardo, temática em Música, exibirá três shows com a presença do Incrível Manito.

SHOW – THE JORDANS
O principal e mais antigo grupo de surf music do Brasil. Foi o primeiro antes dos Incríveis em que Manito atuou (como baterista), ainda no final dos anos 50. Com mais de 70 discos gravados, The Jordans já fez parte do elenco fixo do programa jovem guarda e em Londres se encontrou com os Beatles na década de 60. Este show marca o lançamento do novo CD “Aplauso!” e também conta com as participações de Maurício Britto (teclados) e Marcos Ferreira (bateria). / Dia 10, sábado, às 20hs

SHOW – O SOM NOSSO DE CADA DIA
Entre as fases em que integrou os Incríveis e Mutantes, Manito (tocando violino, órgão, flauta e sax) foi um dos fundadores nos anos 70 do Som Nosso, uma das maiores bandas do rock progressivo nacional, que abriu o show de Alice Cooper em 1974, o primeiro grande show de rock no Brasil. A formação atual conta com Pedro Baldanza (baixo), Fernando Cardoso (teclados), Marcelo Schevano (guitarra), Edson Ghillardi (bateria), Jorge Canti e Thiago Furlan (vocais). / Dia 18, domingo, às 18hs

SHOW – MANITO & MIND PRIORITY‏
Um dos trabalhos atuais de Manito fora do rock brasileiro. Traz o estilo “Brazilian Jazz Fusion”, com repertório autoral que une ritmos brasileiros como baião, xote, samba e samba funk. A mistura de diversos ritmos é resultado das diferentes origens e etnias dos integrantes da banda.
Retirar o ingresso com 1 hora de antecedência. / Dia 25, domingo, às 18hs

[ Fonte: uminstantenabiblioteca.blogspot.com ]

[ Editado por Pedro Jorge  ]